Tem coisa que a gente só entende o tamanho quando vive na pele. Foi assim com a Doce, nossa co-fundadora aqui na Nast ag., que decidiu gravar um vídeo contando algo que ela nunca tinha falado publicamente antes: a vez que descobriu que o próprio conteúdo exclusivo estava espalhado pela internet sem autorização.
Não foi fácil pra ela gravar isso. Mas achamos importante compartilhar, porque essa realidade afeta muito mais criadoras do que a gente imagina e quanto mais gente souber, menos silenciosa essa dor precisa ser.
Uma pesquisa que ela tava evitando fazer
No começo do vídeo, a Doce é bem honesta: “Eu vou fazer uma coisa que eu deveria ter feito há muito tempo e que, sinceramente, eu tava com medo de fazer.“
Ela pesquisou o próprio nome artístico no Google. E o que encontrou nas páginas seguintes da busca a deixou sem palavras: sites que ela nunca tinha visto, com conteúdo dela disponível de graça, sem nenhuma autorização.
“Esse site aqui eu nunca vi na minha vida. E esse. E esse também“, ela reage no vídeo, enquanto navega pelos resultados.
A ficha caindo em tempo real
Talvez a parte mais honesta do vídeo seja quando a Doce admite que sempre achou que vazamento era “coisa de criadora grande”. “Eu nunca imaginei que o MEU conteúdo tava espalhado assim“, ela conta.
É uma sensação que a gente escuta com frequência das criadoras que acompanhamos aqui na Nast. A tendência natural é achar que esse tipo de problema acontece com as outras, até o dia em que a gente descobre que não.
A tentativa que não deu certo
Fiel ao estilo direto que marca o conteúdo da Doce, ela também compartilha a frustração de tentar resolver sozinha: “Eu desisti em dois dias. Não é viável fazer isso manualmente.“
O processo de notificação DMCA, quando feito à mão, exige tempo e conhecimento técnico que a maioria das criadoras simplesmente não tem disponível no dia a dia. E enquanto isso, sites novos continuam surgindo.
O que mudou depois
A virada de chave no vídeo acontece quando a Doce mostra o dashboard do Bye Leaks, a ferramenta de monitoramento automático que ela passou a usar. “Esse aqui, por exemplo, foi identificado ontem e hoje de manhã já tá com status de removido. Menos de 24 horas“, ela mostra na tela.
O Bye Leaks nasceu justamente da conexão entre a Nast ag. e as criadoras da nossa rede que enfrentavam esse mesmo problema repetidamente. Se você quer entender melhor como o processo de remoção funciona na prática, escrevemos um guia completo sobre como remover conteúdo vazado no blog do Bye Leaks, com o vídeo completo e o passo a passo detalhado.
A entrevista completa
Se essa história despertou sua curiosidade, a Doce também deu uma entrevista mais aprofundada sobre o assunto, contando a perspectiva dela tanto como criadora quanto como gestora de outras criadoras aqui na Nast. Você pode conferir a conversa completa aqui.
Por que compartilhamos isso
Aqui na Nast ag., a gente acredita que informação é proteção. Quanto mais criadoras souberem que esse problema existe, e que existe solução pra ele, menos gente vai passar meses perdendo faturamento sem entender o motivo.
Se você é criadora e nunca fez a mesma pesquisa que a Doce fez, talvez seja a hora. E se encontrar algo que não deveria estar lá, o Bye Leaks tem 7 dias grátis pra você testar o monitoramento automático.
A Doce foi corajosa em compartilhar essa história. A gente espera que ela ajude você também.